MÃOS AMIGAS DOS SEUS AMIGOS!


Querido João,
Agradecemos a gentileza de nos mencionar neste último post.

Gostaríamos de ter respondido mais cedo mas estivémos consumidos a mudar o óleo ao carro, a mudar lâmpadas, a corta cenouras, a levar as crianças ao infantário, a fazer cartazes, a dar beijos de língua pelos cantos de discotecas manhosas, a destruir músicas, a dançar até cair, a bater palmas e para além de muitas outras coisas, a ler os seus posts.

Entretanto tivemos algum tempinho para comentar entre todos (os elementos que estiveram disponiveis para reunir) a sua atitude perante a vida e arte em geral.

Concluímos que lhe deveríamos dizer, em primeiro lugar, que adoramos a sua capacidade imaginativa. Aliás, as suas fantasias são exactamente o que nós previlegiamos numa mente sã e alegre! Viva mais e viva melhor! Julgo que é assim que tem feito e é assim que deve ser! Numa próxima oportunidade será nosso convidado de honra para um breve demonstração de intensa energia e auto-confiança contagiante! É uma pessoa com esperança nesta cidade e neste país! Por isto só o podemos respeitar!

Mantenha-se atento, mantenha-se preserverante!

Gostariamos tambem de o informar que o passado não nos interessa muito e que neste ponto talvez tenhamos que discordar! Não encontramos que haja uma Certa Tendência nessa dependência pela adolescência dos anos 80! Pelo seu prórpio bem, saia dessa! As lojas de roupa já se ocupam de seguir os fétidos anos 80, siga agora o João o que lhe vem do coração!

Por último: nós estamos cheios de significado, não se confunda com outros movimentos!
Nós revelamos uma Certa Tendência porque somos honestos e não hesitamos em nos manifestarmos apropriadamente. A Nova Emoção se é verdadeira, se lhe sai do corpo e com a força que se vê, então também releva uma Certa Tendência. Acreditamos nisto e não desejamos qualquer tipo de oposição, antes de entre-ajuda! Estamos ao seu lado, respeitando o seu percurso e as suas ambições.

Gostariamos de uma integração! Preocupa-nos a dispersão de energias em várias frentes quando poderá existir união ou várias união!

Bata palmas e anime-se, tem razões para isso!

POESIA, O POESIA!


POESIA, Ó POESIA!
Hoje acordei bem cedo para vos dizer que a poesia me comove!
Não há dúvida que se trata de um assunto honesto!

A OUTRA MÃO GOSTA DE PARTILHAR!!



Mas quando alguém
Precisa de um carinho meu
Não há nada que me prenda

ADMIRAMOS A ALEGRIA DE QUEM VIVE ESTES MOMENTOS!


COISAS QUE NOS GOSTAMOS DE VER!


DANÇA CONNOSCO!!!!

...do uso da máquina

"Qual a posição de Uma Certa Tendência perante o uso da máquina como forma de obtenção dos seus objectivos? Ou Uma Certa Tendência promove apenas o trabalho manual?"

Tenho andado a pensar na questão que me colocou e cheguei a algumas conclusões que posso expor neste simpático blog.
Partilhamos o nosso espaço e tempo com as máquinas e por vezes pouca atenção lhes damos. Aliás, na nossa vida quotidiana, o relevo que lhes é dado é tão reduzido que se traduz numa relação puramente utilitária, na qual a máquina “serve” uma determinada função ou funções (multiusos). No entanto a máquina (termo genérico) tem uma importância tal que no meio académico se considera que a passagem de uma relação subserviente entre a máquina e o homem, para uma relação de igualdade poderá levar no futuro, já não muito longínquo, a máquina a ultrapassar o homem e a tomar decisões por si mesma – inteligência artificial! É um risco que corremos, perante o qual o mundo científico se divide: pró ou anti tecnologia. Para uns uma excitação macabra que serve de motor para o desenvolvimento sem limites de gadgets, robots e outras ramificações tecnológicas, para outros o pânico de perder o verde da floresta e o azul do mar em favor de realidades virtuais.

E nós como nos posicionamos?
Nós, que aparentemente operamos apenas com as mãos, batemos palmas, dançamos, escrevemos, divertimo-nos e usamos sempre a outra mão para tudo, não menosprezamos a máquina. Estamos fora do fanatismo cyborg e do extremismo reaccionário de quem preferia voltar a mugir o leite às vacas do que comprar um pacote de leite, e preferimos uma posição moderada. Convivemos bem com as máquinas e estamos conscientes da sua utilidade. Diferenciamo-nos do utilizador comum, no sentido em que atribuímos à máquina características subjectivas. Ou seja, criamos na nossa relação com a máquina uma nova dimensão: a dimensão afectiva. Respeitamos a máquina enquanto tal, na sua diferença em ser exactamente máquina, mas aproximamo-nos delas como se fosse um de nós. Não receamos nada nesta relação que mantemos porque nos é favorável. Como já referimos várias vezes gostamos do gozo que nos dá fazer uso da outra mão e ajudar o nosso próximo também com a outra mão e ser ajudado. A máquina pode ser uma outra mão. Ou quantas mãos quisermos! Mãos que acrescentamos às mãos de carne, osso, músculo e pele. Consideramos que na falta de uma mão amiga, a máquina é um bom substituto ou até um complemento à mão. Posto isto, que oposição poderiamos manter com a máquina? Absolutamente nenhuma.

Aliás, não sei se é totalmente possivel a um recém chegado perceber o que escrevo, no entanto, para os mais esclarecidos como eu, rapidamente podemos criar a imagem de um desfile de humanos e máquinas de braços cruzados, mãos dadas e dedos enterlaçados numa bonita comunhão de afectos.
A Utopia cyborg está para nós ainda distante e pessoalmente não me sinto com disposição para a comentar. No entanto, se acontecer estaremos preparados para lhe dar as boas vindas se, de facto, se materializarem muitos dos nossos sonhos de felicidades (várias vezes referidos no manifesto da certa tendência e em outros comunicados) e se assistirmos a demonstrações de alegria colectiva.

Gostaria de terminar com o seguinte, a honestidade da máquina é mecânica, é regularmente honesta. E a nossa? Poderá existir uma vantagem no uso da máquina em relação ao uso de uma mão suspeita. Segui sempre o lema da confiança (se uma pessoa confia no próximo, essa pessoa é de confiança!), mas ainda assim, a companhia de uma máquina está para além da sua utilidade, está, isso sim, na sua presença verdadeira e total. A máquina não se distrai, não se alheia temporariamente, está ali.

MENS A DANÇAR ENTÃO É UM DISLUMBRE!!

HOJE À NOITE E AMANHÃ ESTAREMOS A FESTEJAR A VIDA E VAMOS TODOS DANÇAR!!! JUNTA-TE A NÓS NUMA PISTA DE DANÇA PERTO DE TI, POR LÁ ESTAREMOS!!
SOMOS O GRUPO QUE BATE PALMAS E DIZ YEAH!!!
E QUEREMOS TER AMIGOS QUE SAIBAM DANÇAR ASSIM!! YEAH!

'MOR, A MINHA OUTRA MÃO TAMBÉM TE AMA!!!



Vai ver o comment ali em baixo e canta comigo!!!

Que fait ma main ?
Que fait ma main ?
Elle caresse : doux, doux, doux
Elle pince : ouille, ouille, ouille,
Elle chatouille : guili, guili, guili,
Elle gratte : gre, gre, gre
Elle frappe : pan, pan, pan
Elle danse : hop, hop, hop
Et puis… elle s’en va!


What is My Hand Doing?

What is my hand doing?
It caresses: soft, soft, soft
It pinches: ouch, ouch, ouch
It tickles: tickle, tickle, tickle
It scratches: scratch, scratch, scratch
It hits: whack, whack, whack
It dances: twirl, twirl, twirl
And then… it goes away!